E |
ainda querem me dizer que estou errada! Tenha dó! Gentinha abominável que se criou tomando água de valeta em pote de margarina e agora reclama quando precisa tomar água da torneira em copos de extrato de tomate. Tenho toneladas de nojo de quem não se lembra de onde veio, de quem finge ser o que não é, forja falsos sotaques, e jamais, jamais abaixa a crista. O nariz empinado sempre! Como se fossem seres mais importantes que outros. E se é que são (não mais importantes, talvez mais influentes), beleza-intelectualidade-política-financeiramente ou em qualquer outro aspecto, isso lá é motivo pra se achar superior? Simplesmente não existem motivos satisfatórios que justifiquem tanto açúcar em um só cú!
C |
reio que a soberba está no topo da pirâmide das piores coisas existentes no mundo! As criaturinhas mais arrogantes são as que mais têm crediários atrasados e nas lojas mais caras. Cara, gente simples, humilde, é um tesão! É a coisa mais linda que já inventaram. Sabe, gente que não tá muito aí pra aparência, anda ajeitadinho, mas não é escravo da moda. Gente que é o que é! Só isso!
T |
alvez o mal-do século não seja a obesidade, mas sim a SQA (Síndrome do Querer Aparecer). E quando você se dá conta, também está muito mais preocupado com curvas no lugar, seios perfeitos ou um pinto bem grande. Bela porcaria, como se tudo isso fosse pra sempre! E ninguém parece estar nem aí para aquilo que fica independente do tempo, da idade. Porque o intelecto parece não ser excitante. E entre comprar um bom livro ou um vestido novo? Puxa, muita gente nem sequer pensa na primeira opção! Claro! Um livro não tem tanta capacidade pra deixar um pau duro como uma mulher bem gostosa num vestidinho tubinho, tomara-que-caia.
P |
recisamos ser felizes como somos! Talvez imperceptível a muitos olhos, mas, vendendo só o que realmente somos sem propaganda enganosa. Sem se esconder por trás de sorrisos que não são verdadeiros. Sorrimos então, sorrisos sinceros, para que possamos receber sorrisos sinceros! Eu sou o que sou, não minto pra ninguém com relação às minhas escolhas, ao meu humor, aos meus sorrisos, às minhas preferências, e nem às minhas carreiras. Cú doce não tem moral pra dizer se estou certa ou errada. Porque sinceramente, prefiro ter narinas vermelhas e um pouco ardidas a ter narinas saudáveis, mas empinadas.
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