domingo, 1 de abril de 2012

E com a mudança...

...veio a necessidade de muitas coisas, coisas que eu encontrava ali, você eu encontrei ali! Linda, alegre, com um carisma poucas vezes já visto em outras faces. Talvez eu estivesse carecendo mais de uma amiga do que de parafusos ou lâmpadas. Você se mostrou necessária. E quando preciso compartilhar com alguém a falta que sinto dos meus pais, a preocupação com assuntos (às vezes até um tanto supérfluos), você é quem me conforta. Psicologicamente cansada, pesada, sei que tenho alguém que posso me alicerçar on-line quando não estou bem. As coisas que mais preciso ouvir, em momentos que parecem estrategicamente pensados, calculados, saem da sua janela.

Gosto quando me chama de galega, quando ri por eu gostar de coisas antigas e tantas outras que para muitos, são insuportavelmente chatas, não que pra você não seja, mas você coloca a graça naquilo que todos azedam, julgam, reclamam. Só o que eu não quero é perder um histórico confortante, engraçado, perigoso (!) em função dos seus desejos momentâneos.

Tenho estado muito bem, demasiadamente enrolada, em vários aspectos, porém, feliz! Talvez possa colacionar minhas atuais paixões com as de Guilherme de Baskerville, não necessariamente Aristóteles, Ovídio e Virgílio (!), mas, algo muito próximo de tudo isso. Se fosse diferente, eu até poderia estar escrevendo poemas de amor (se eu tivesse talento) ou citando Fernando Pessoa. De que adiantaria a deslumbrância dos versos se resultados de um sentimento sujo? Só por isso que ofereço tudo que tenho de verdadeiro, sem mentiras, sem ilusões. A sinceridade é muito mais interessante do que uma pérfida esperança!


Que nossa amizade continue, e cresça!










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